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Crítica

Unicorn Store | Crítica

Dirigido por Brie Larson, filme é uma história fofa de amadurecimento

Natália Bridi
13.09.2017
09h23
Atualizada em
18.09.2017
16h54
Atualizada em 18.09.2017 às 16h54

Crescer é uma droga, como logo percebe Kit (Brie Larson). Rejeitada na escola de arte, ela precisa aprender com ser adulta e não decepcionar seus pais (Joan Cusack e Bradley Whitfield). No meio do caminho, porém, havia um unicórnio.

Unicorn Store é uma história fofa de amadurecimento que marca a estreia de Larson na direção. Ao lado da roteirista Samanta McIntyre, ela cria um conto que não tem medo de ser feminino, explorando fantasias que poucas vezes encontram espaço no cinema. Fadas, borboletas, muita purpurina e, claro, unicórnios não são reprimidos.

Larson experimenta com a câmera, busca ângulos diferentes para explorar as cenas, mas a sua principal colaboração está em tirar ótimas atuações do seu elenco - que também inclui Samuel L. Jackson, já garantindo o entrosamento entre Nick Fury e Capitã Marvel. Com sua história bonitinha, Unicorn Store poderia facilmente se tornar irritante, mas o elenco acerta o tom das piadas e garante uma fofice genuína.

Larson pode ser novata atrás das câmeras, mas aos 28 anos já é veterana no mundo do entretenimento. Ex-atriz mirim e vencedora do Oscar, ela usa o que aprendeu ao longo dos anos em Unicorn Store e faz do longa uma jornada pessoal desde o início: o filme abre com vídeos caseiros da sua infância e fala basicamente sobre a aceitação da vida adulta. Larson, como Kit, quer crescer e esse é seu unicórnio, uma passagem para novas possibilidades na sua carreira.

Nota do Crítico
Bom