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Crítica

Frozen - Febre Congelante | Crítica

Curta-metragem mostra que Frozen pode funcionar como franquia

Natália Bridi
26.03.2015, às 09H13
ATUALIZADA EM 29.06.2018, ÀS 02H38
ATUALIZADA EM 29.06.2018, ÀS 02H38

Frozen - Uma Aventura Congelante corroborou a mensagem das princesas independentes e definiu que novas formas de amor também podem existir nos contos de fada. Estabelecida essa lógica, Anna e Elsa agora podem relaxar no próprio mundo e é isso que mostra Febre Congelante, o curta-metragem exibido antes de Cinderela.

A trama gira em torno do aniversário de Anna e de uma nova canção, “Frozen Fever”. A animação dura pouco mais do que o tempo da cantoria, mas a graça está na interação entre as irmãs e nos descontrolados poderes de Elsa, que a cada espirro cria um novo amiguinho para Olaf.

O boneco de neve continua a funcionar como alívio cômico ao lado de Kristoff, mas os diretores Chris Buck e Jennifer Lee evitam que as piadas físicas descambem para o completo pastelão.

Com seus poucos minutos, Febre Congelante é uma boa promessa. Frozen pode funcionar como franquia, basta encontrar uma boa história para o já anunciado segundo filme.

Leia também a crítica de Cinderela

 

Frozen: Febre Congelante
Frozen Fever
Frozen: Febre Congelante
Frozen Fever

Ano: 2015

País: EUA

Classificação: LIVRE

Duração: 7 min

Direção: Chris Buck, Jennifer Lee

Elenco: Kristen Bell, Jonathan Groff, Idina Menzel, Josh Gad

Nota do Crítico
Ótimo

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