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Blue Lock | Entenda a cena pós-creditos do filme live-action

Longa já está em exibição nos cinemas do Brasil

Omelete
3 min de leitura
11.09.2026, às 06H00.
Blue Lock | Entenda a cena pós-creditos do filme live-action

O live-action de Blue Lock finalmente estreou nos cinemas e trás uma adaptação fiel ao anime e mangá. Mas como o filme não adapta toda a história, é claro que o final fica em aberto e abre possibilidades para uma continuação.

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Após o fim da primeira triagem do projeto Blue Lock, os dois melhores times de cada chave se classificam para a próxima fase, inclusive o Time Z, do protagonista Yoichi Isagi (Fumiya Takahashi). E o filme termina com os jogadores remanescentes se encontrando em um novo local para dar início à segunda parte do projeto.

E é exatamente o início da nova triagem que ganha destaque na cena pós-créditos de Blue Lock. Caso você não tenha assistido ao filme ainda, pare de ler este texto e retorne após ir ao cinema.

[Cuidado: spoilers de Blue Lock abaixo - leia por sua conta e risco]

Cena pós-créditos confirmada: o filme tem, sim, uma cena depois dos créditos, e ela funciona como gancho para uma possível sequência. Nela aparecem três novos personagens que não haviam sido revelados no elenco até então: Rin Itoshi (interpretado por Yusei Yagi, do grupo FANTASTICS), Jyubei Aryu (Keisuke Watanabe) e Seishi Tokimitsu (Taiga Natsuo).

O que isso significa na trama: os três são personagens que, no mangá, só ganham protagonismo a partir da segunda seleção (a partir do capítulo 40, volume 5), a fase que vem logo depois do arco que o filme cobre (a disputa entre Time Z e Time V, que se encerra no capítulo 37). Rin Itoshi, em especial, é apresentado como o ranking nº1 da segunda seleção e um adversário claramente mais forte do que os que Isagi enfrentou até ali — ele também é irmão mais novo de Sae Itoshi, o "gênio do futebol japonês" que é uma referência recorrente ao longo da obra.

Caso não conheça a obra, leia a sinopse do anime: “A história começa com a eliminação do Japão da Copa do Mundo FIFA de 2018, que causa uma inquietação na comunidade do futebol japonês. Muitos dos antigos patronos do esporte não estão muito perturbados com a falta de troféus, mas a novata Anri Teiri está furiosa, e ela está determinada a consertar o que ela vê como o problema com os jogadores japoneses. Para isso, ela contrata o enigmático e excêntrico treinador Jinpachi Ego. Acreditando que a principal carência da seleção japonesa é um atacante egoísta faminto por gols, Jinpachi Ego elabora um plano estranho para resolver este problema: Isolar 300 jovens atacantes sub-18 de todo o Japão em um centro de treinamento de última geração chamado “Blue Lock”, submetê-los a um treinamento rigoroso e fazê-los competir entre eles, com o objetivo final de transformar um dos trezentos jogadores selecionados no artilheiro da seleção japonesa."

A narrativa acompanha a jornada de Isagi Yoichi, um dos trezentos garotos escolhidos para o projeto, e que recebeu um convite para este programa logo após seu time perder a chance de ir para o campeonato Nacional porque ele decidiu passar a bola para seu companheiro menos habilidoso tentar fazer um gol que definiria a partida de futebol, que errou. Deixando de lado suas objeções éticas com relação ao projeto, Isagi se sente compelido a lutar para chegar ao topo, mesmo que isso signifique esmagar impiedosamente os sonhos dos outros 299 jovens aspirantes a atacantes.

Blue Lock está em cartaz nos cinemas do Brasil.

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