Behemoth | Novo filme de Pedro Pascal estreia no Festival de Nova York e recebe críticas mistas
O longa de Tony Gilroy tem previsão de estreia para 3 de dezembro nos cinemas brasileiros
Créditos da imagem: Behemoth: Uma Vida Composta em Peças (Reprodução)
Behemoth: Uma Vida Composta em Peças é o primeiro filme do cineasta Tony Gilroy em 14 anos e traz Pedro Pascal como o protagonista Alex Serian, um violoncelista que retorna para Los Angeles para compor trilhas sonoras de filmes, enquanto a história explora os motivos para ele ter deixado a cidade e, agora, ter retornado.
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O filme teve sua estreia no Festival de Nova York na última sexta-feira (2) e foi recebido com críticas mistas, das quais o maior consenso parecem ser os elogios à atuação de Pascal.
Confira abaixo algumas opiniões sobre o longa:
"BEHEMOTH! é um filme dinâmico, visualmente caprichado e, ao mesmo tempo, peculiar, dirigido por Tony Gilroy. É seu trabalho mais estiloso até hoje, mas também um dos mais irregulares, prejudicado por ritmos inconsistentes e algumas deficiências narrativas. Pedro Pascal, por sua vez, entrega uma atuação belamente modulada e naturalista, que nunca exagera, encontrando uma considerável carga emocional até mesmo nas notas mais sutis. É seu melhor trabalho no cinema até hoje.
Todos os personagens coadjuvantes aproveitam ao máximo o tempo que têm em cena, mas acabam parecendo subaproveitados. O verdadeiro destaque, porém, é a trilha sonora, com nove compositores de alto nível criando uma coleção de peças orquestrais de texturas ricas e estilos variados, dando impulso a um estudo de personagem que, de outra forma, seria bastante estático: o de um homem passivo que finalmente encontra algo pelo qual vale a pena se importar novamente.
O filme chega perto da grandeza em vários momentos, mas, no fim, não consegue seguir o conselho de seu próprio protagonista: escolher um caminho e permanecer nele, como um trem. Em vez disso, prefere ser um rio, fluindo entre diferentes tons e ideias, às vezes suave e reconfortante, outras vezes turbulento e áspero." — Matt Neglia
BEHEMOTH! is a dynamic and handsomely crafted but peculiar film from Tony Gilroy. It’s his most stylish work to date, but also an uneven one, hurt by inconsistent rhythms and some narrative shortcomings. Pedro Pascal is at least delivering a beautifully modulated, grounded performance that never overplays itself, finding considerable emotion in even the lightest of notes. It’s his best film work to date. All of the supporting characters make the most of their screen time but all feel underutilized. The real highlight, though, is the score, with nine elite composers crafting a collection of beautifully textured orchestral pieces across different styles, providing momentum to an otherwise flat character study of a passive man who finally finds something worth caring about again. It comes close to greatness several times but ultimately fails to heed the advice of its own lead character: pick a lane and stay in it, like a train. Instead, it chooses to be a river, drifting between various tones and ideas, sometimes smooth and comforting and other times rocky and rough.
— Matt Neglia @NYFF (@NextBestPicture) October 3, 2026
"BEHEMOTH!: Desde sua estrutura desestabilizadora e anacrônica, Gilroy se arrisca ao ridículo — mudando radicalmente de tom e até de gênero em sintonia com seu carrossel de compositores — para capturar memórias que se sucedem em cascata e o preço da virtuosidade; irregular, mas surpreendentemente comovente. Obviamente, não é uma tentativa de fazer MICHAEL CLAYTON, e algumas tramas são até mais bobas do que em DUPLICIDADE, mas há muitos momentos concebidos com elegância, e o carisma cansado de Pascal é muito bem aproveitado; jamais poderia ter adivinhado que o filme desta década me lembraria tão vividamente." — Ryan Swen
Obviously this isn’t trying to be MICHAEL CLAYTON, and some storylines are even goofier than DUPLICITY, but there are many elegantly conceived moments, and Pascal’s weary charisma is put to good use; could not have guessed the film from this decade I was vividly reminded of.
— Ryan Swen/孫天行/Sun Tien-hsing (@swen_ryan) October 3, 2026
"Behemoth! é o filme de Pedro Pascal. Ele entrega uma atuação excelente em um longa formalmente engenhoso, embora, no fim das contas, siga um caminho já bastante conhecido. Em alguns momentos, o filme se perde um pouco, mas, no geral, é um bom filme, com uma ótima performance de Pascal no centro de tudo. E a trilha sonora também é ótima, como era de se esperar." — Joey Magidson
Behemoth! is the Pedro Pascal show. It’s a terrific performance in a film that is formally clever, though eventually follows a well worn path. Occasionally meandering, it’s ultimately a good movie with a great turn from Pascal at its center. Great music, too, as you might expect. https://t.co/52GII7L3P6
— Joey Magidson (@JoeyMagidson) October 3, 2026
"As mínimas mudanças de expressão de Pedro Pascal carregam o peso do mundo em BEHEMOTH!, mas seu personagem, um ex-prodígio do violoncelo, é desinteressante demais para render um estudo de personagem. Ainda assim, como um estudo sobre a música e a forma como ela colore nossas memórias, funciona! ÓTIMA trilha sonora." — Dancin' Dan
Pedro Pascal’s minutest changes of expression carry the weight of the world in BEHEMOTH!, but his former cello prodigy character is too uninteresting for a character study. But as a study of music and how it colors our memories, it’s good! GREAT score. Check my #NYFF64 review:
— Dancin' Dan @ NYFF46 (@dancindanonfilm) October 3, 2026
"BEHEMOTH! é um filme ambicioso que, para mim, teve alguns deslizes. A trilha sonora é extraordinária e foi utilizada de uma maneira genial aqui, mas o roteiro me pareceu um tanto artificial demais para o meu gosto. Eu gostei, mas não consegui me envolver de verdade até os últimos 30 minutos. Olivia Wilde rouba a cena!" —Amy Kim
BEHEMOTH! is an ambitious film that hit a few false notes for me. The score is tremendous and is implemented in a genius way here, but the script felt a tad too manufactured for my taste. I liked it, but I wasn't engaged until the last 30 minutes. Olivia Wilde's a scene stealer!
— Amy Kim (@AmyHayneKim) October 3, 2026
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