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Behemoth | Novo filme de Pedro Pascal estreia no Festival de Nova York e recebe críticas mistas

O longa de Tony Gilroy tem previsão de estreia para 3 de dezembro nos cinemas brasileiros

Omelete
3 min de leitura
04.10.2026, às 18H49.
Behemoth | Novo filme de Pedro Pascal estreia no Festival de Nova York e recebe críticas mistas

Créditos da imagem: Behemoth: Uma Vida Composta em Peças (Reprodução)

Behemoth: Uma Vida Composta em Peças é o primeiro filme do cineasta Tony Gilroy em 14 anos e traz Pedro Pascal como o protagonista Alex Serian, um violoncelista que retorna para Los Angeles para compor trilhas sonoras de filmes, enquanto a história explora os motivos para ele ter deixado a cidade e, agora, ter retornado.

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O filme teve sua estreia no Festival de Nova York na última sexta-feira (2) e foi recebido com críticas mistas, das quais o maior consenso parecem ser os elogios à atuação de Pascal.

Confira abaixo algumas opiniões sobre o longa:

"BEHEMOTH! é um filme dinâmico, visualmente caprichado e, ao mesmo tempo, peculiar, dirigido por Tony Gilroy. É seu trabalho mais estiloso até hoje, mas também um dos mais irregulares, prejudicado por ritmos inconsistentes e algumas deficiências narrativas. Pedro Pascal, por sua vez, entrega uma atuação belamente modulada e naturalista, que nunca exagera, encontrando uma considerável carga emocional até mesmo nas notas mais sutis. É seu melhor trabalho no cinema até hoje.

Todos os personagens coadjuvantes aproveitam ao máximo o tempo que têm em cena, mas acabam parecendo subaproveitados. O verdadeiro destaque, porém, é a trilha sonora, com nove compositores de alto nível criando uma coleção de peças orquestrais de texturas ricas e estilos variados, dando impulso a um estudo de personagem que, de outra forma, seria bastante estático: o de um homem passivo que finalmente encontra algo pelo qual vale a pena se importar novamente.

O filme chega perto da grandeza em vários momentos, mas, no fim, não consegue seguir o conselho de seu próprio protagonista: escolher um caminho e permanecer nele, como um trem. Em vez disso, prefere ser um rio, fluindo entre diferentes tons e ideias, às vezes suave e reconfortante, outras vezes turbulento e áspero." — Matt Neglia

"BEHEMOTH!: Desde sua estrutura desestabilizadora e anacrônica, Gilroy se arrisca ao ridículo — mudando radicalmente de tom e até de gênero em sintonia com seu carrossel de compositores — para capturar memórias que se sucedem em cascata e o preço da virtuosidade; irregular, mas surpreendentemente comovente. Obviamente, não é uma tentativa de fazer MICHAEL CLAYTON, e algumas tramas são até mais bobas do que em DUPLICIDADE, mas há muitos momentos concebidos com elegância, e o carisma cansado de Pascal é muito bem aproveitado; jamais poderia ter adivinhado que o filme desta década me lembraria tão vividamente." — Ryan Swen

"Behemoth! é o filme de Pedro Pascal. Ele entrega uma atuação excelente em um longa formalmente engenhoso, embora, no fim das contas, siga um caminho já bastante conhecido. Em alguns momentos, o filme se perde um pouco, mas, no geral, é um bom filme, com uma ótima performance de Pascal no centro de tudo. E a trilha sonora também é ótima, como era de se esperar." — Joey Magidson

"As mínimas mudanças de expressão de Pedro Pascal carregam o peso do mundo em BEHEMOTH!, mas seu personagem, um ex-prodígio do violoncelo, é desinteressante demais para render um estudo de personagem. Ainda assim, como um estudo sobre a música e a forma como ela colore nossas memórias, funciona! ÓTIMA trilha sonora." — Dancin' Dan

"BEHEMOTH! é um filme ambicioso que, para mim, teve alguns deslizes. A trilha sonora é extraordinária e foi utilizada de uma maneira genial aqui, mas o roteiro me pareceu um tanto artificial demais para o meu gosto. Eu gostei, mas não consegui me envolver de verdade até os últimos 30 minutos. Olivia Wilde rouba a cena!" —Amy Kim

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