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Atriz de Mamma Mia precisou de seguranças após fala sobre Charlie Kirk

Amanda Seyfried revelou caso em entrevista recente

Omelete
3 min de leitura
17.06.2026, às 12H45.
Amanda Seyfried

Créditos da imagem: Reprodução

Amanda Seyfried, estrela de filmes como Mamma Mia e vencedora do Emmy por The Dropout, contou em entrevista recente à GQ, que precisou de seguranças para protegê-la após comentários sobre Charlie Kirk, cofundador do Turning Point USA, organização estudantil conservadora norte-americana. Kirk foi assassinado com um tiro no pescoço, em setembro de 2025, durante um de seus eventos.

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Ao chamar Kirk de "odioso", Seyfried foi atacada por conservadores que afirmavam que a atriz estava justificando a morte do ativista. “A, eu tenho o direito de expressar meus sentimentos, e B, de fazer isso de uma forma que não seja necessariamente maldosa”, disse Seyfried, à GQ. “Mas existe um medo, um ódio e um impulso desproporcionais de atacar e destruir. E eu experimentei uma fração muito pequena disso. Quero que meus filhos se sintam seguros para expressar suas opiniões, desde que não sejam prejudiciais. Então eu penso: 'O que eu faço? O que eu digo?' E de repente me vejo com um guarda-costas no aeroporto e penso: 'Isso é loucura'.”

Na época, Seyfried já havia respondido as críticas em suas redes sociais, afirmando que sua fala havia sido tirada de contexto e que é possível se "indignar com a misoginia e a retórica racista, e ao mesmo tempo concordar plenamente que  o assassinato de Charlie Kirk foi absolutamente perturbador e deplorável em todos os sentidos imagináveis".

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Polêmicas envolvendo a morte de Charlie Kirk

A morte de Charlie Kirk e as críticas ao seus pensamentos e atividades também marcaram a suspensão do programa de Jimmy Kimmel, após comentário do apresentador. O programa ficou fora do ar por cerca de uma semana, gerando revolta de espectadores, artistas e a perda de assinantes do Disney+, já que o programa é exibido pela ABC, uma das empresas do grupo Walt Disney.

Os comentários originais de Kimmel foram os seguintes: "Chegamos a novos níveis baixos no fim de semana, com a gangue MAGA tentando desesperadamente caracterizar o garoto que assassinou Charlie Kirk como algo diferente de um deles e fazendo tudo o que pode para ganhar pontos políticos com isso." Então, na quarta-feira, Carr foi a um podcast onde criticou Kimmel e declarou que as afiliadas deveriam "rebater" a ABC e dizer, na prática: "Olha, não vamos mais transmitir Kimmel até que vocês resolvam isso, porque corremos o risco de ter a licença revogada pela FCC se continuarmos a publicar conteúdo que acabe se tornando um padrão de distorção de notícias."

A série A Especialista, do AppleTV, também foi adiada após o assassinato. Em comunicado, o streaming afirmou que: "Após cuidadosa consideração, tomamos a decisão de adiar A EspecialistaAgradecemos a compreensão e aguardamos ansiosamente o lançamento da série em uma data futura".

Em entrevista ao Collider, Jessica Chastain se mostrou contra a decisão e afirmou que A Especialista é "sobre os heróis que trabalham todos os dias para impedir a violência antes que ela aconteça", e que "honrar a coragem deles parece mais urgente agora do que nunca". A atriz ainda diz que "respeita a decisão da Apple TV de pausar o lançamento da série", mas "continua esperançosa de que a série chegue ao público em breve". Sua declaração final diz que "avisará quando e se A Especialista for lançada".

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