DVD e Blu-ray

Notícia

Azul é a Cor Mais Quente é censurado em Blu-ray no Brasil

Imovision acusa a Sonopress, que alega impedimento em seu contrato com outras distribuidoras

Marcelo Hessel
25.02.2014, às 17H07
ATUALIZADA EM 01.11.2016, ÀS 13H00
ATUALIZADA EM 01.11.2016, ÀS 13H00

E comunicado oficial, a distribuidora Imovision diz que foi impedida de produzir o Blu-ray no Brasil de Azul é a Cor Mais Quente, o premiado filme do diretor franco-tunisiano Abdellatif Kechiche que conta de forma explícita a história de amor de duas mulheres.

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"A Imovision procurou a empresa brasileira Sonopress, que replica seus títulos em Blu-ray, mas a mesma se recusou e ainda alegou que nenhuma outra empresa faria o serviço. A Imovision então contatou a SONY DADC, que também se recusou a produzir o Blu-ray do filme, por considerar o conteúdo inadequado devido às cenas de sexo, apesar do filme já ter sido classificado para maiores de 18 anos", diz o texto.

A Sonopress e a SONY DADC são duas das principais empresas que fazem autoração de Blu-rays no Brasil. Em sua defesa, a Sonopress alega que contratos internacionais com empresas como Disney e Microsoft impedem que a ela replique Azul é a Cor Mais Quente no país por causa de "cenas explícitas". Isso não impede, porém, a Sonopress de replicar outros filmes com sexo explícito, como Ninfomaníaca, previsto para sair normalmente em Blu-ray no Brasil.

A Imovision diz ainda que conseguiu com outra empresa a produção do filme em DVD e agora "busca alternativas para a replicação do filme em Blu-ray no âmbito nacional".

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