Mark Pellegrino

Créditos da imagem: Julia Del Bel/Omelete/Divulgação

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CCXP Cologne | Mark Pellegrino dispara contra Charlie Sheen e Trump

Ator também criticou Oliver Stone

Natália Bridi
28.06.2019
19h50
Atualizada em
29.06.2019
08h13
Atualizada em 29.06.2019 às 08h13

Mark Pellegrino, ator de Supernatural, Lost e O Grande Lebowski (“Cadê o dinheiro, Lebowski?”), participou de painel hoje na CCXP Cologne relembrando sua carreira, seus testes de elenco que não deram certo e sua despedida como Lúcifer. 

Bastante à vontade e sem medo de falar o que passava na sua cabeça, Mark lembrou de um teste de elenco que fez para Oliver Stone em que o cineasta sequer olhou para sua cara. Após alguns xingamentos, o ator disse que fantasiava uma vingança contra o diretor de JFK e Platoon. Aliás, por falar no filme que ganhou o Oscar de Melhor Filme em 1987, o ator ainda lembrou de dois testes de elenco que fez para trabalhar ao lado de Charlie Sheen, sem sucesso. Quando perguntado se já havia comentado isso com Sheen, Pellegrino disse que não havia se encontrado com o ator: “não uso cocaína” - arrancando risos nervosos da plateia. 

Mesmo depois de exibir algumas cenas ao lado de Richard (Nestor Carbonel) em Lost, o que mais chamava atenção dos fãs era mesmo seu papel como Lúcifer, em Supernatural. “Era para a série ter acabado depois da quinta temporada. É meio inacreditável que estamos indo para o 15° ano). Não vou começar a chorar aqui, porque ainda temos muito trabalho, mas vai ser difícil me despedir disso tudo.”

Quando perguntado o que faria se tivesse os poderes do personagem, Pellegrino disse que “Eu gosto de pensar que o melhor de ter estes poderes é que você pode fazer o que quiser e se safar. Isso faz de mim um Anarquista? Um anarquista com moral?”  

Antes de seguir para o próximo assunto, ainda deu uma cutucada: “Tem um cara mais ou menos assim na Casa Branca, que faz o que quer com o poder que tem em suas mãos.”

Se eu tivesse o poder de Lúcifer na vida real, eu iria para os lugares mais perigosos e ia fazer coisas malvadas com os bandidos. Não sei  vocês, mas eu penso nisso. Se eu fosse tipo um vampiro, eu ia ser tipo um Batman, indo aos lugares mais escuros para pegar os bandidos e dar uma lição neles. Ia usar meus poderes para fazer o bem”, completou. 

Sobre sua participação no filme dos irmãos Coen, Pellegrino disse que “Big Lebowski é um daqueles filmes que você percebe só depois que estava fazendo algo que vai ficar para a história.”