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Como a Netflix destruiu Cavaleiros do Zodíaco

Anime clássico ganhou uma nova versão pela plataforma em 2018

Fábio de Souza Gomes
09.03.2020
13h35

A segunda parte de Cavaleiros do Zodíaco foi divulgada pela Netflix e não agradou os fãs. Abaixo, listamos três motivos que decepcionaram no reboot da animação clássica e, acima, assista ao vídeo onde falamos sobre os problemas do seriado:

Lutas apressadas

Reprodução/Netflix

Um dos principais problemas da nova animação é justamente o ritmo. As lutas, que no anime original chegam a durar até três episódios, foram resumidas de uma maneira tão simples e rasa que toda a profundidade e peso de cada golpe se perde durante a história. O melhor exemplo é a luta onde Shiryu, o Cavaleiro de Dragão, se cega para salvar seus amigos. No original entendemos que essa é a última alternativa, mas no novo desenho parece ser algo apenas trivial.

Mudanças na história

Reprodução/Netflix

Algumas mudanças funcionaram, enquanto outras simplesmente foram despropositadas. Uma delas envolve o Cosmo ser estocado em uma base militar - algo completamente absurdo se comparado com a história original. Algumas alterações até que fizeram sentido, como a personalidade de Seiya e sua vida pacata que foi atualizada para os dias de hoje. Porém, outras simplesmente foram mudanças preguiçosas - como o Cavaleiro que usa a armadura rosa (no caso, o Shun de Andrômeda) virar uma mulher. Seria muito mais interessante por parte da série se Hyoga de Cisne ou até mesmo o protagonista mudasse de sexo, mas preferiram uma saída mais fácil que em nada agregou.

Cavaleiros de Ouro mais fracos?

Um dos momentos mais estranhos da segunda parte envolve um Cavaleiro de Ouro. Durante uma das cenas, o Aioria, de Leão, aparece para enfrentar o Seiya. O detalhe principal é que ele parece ser mais fraco que um cavaleiro de prata que é enfrentado logo em seguida - algo completamente absurdo se comparado com a história original.