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Os vilões do Batman

Os vilões do Batman

Rodrigo Monteiro
14.06.2005
00h00
Atualizada em
30.03.2019
19h20
Atualizada em 30.03.2019 às 19h20

Se for verdade o que diz a frase quanto mais poderoso o vilão, mais valoroso é o herói que o derrota", não é surpresa que o Batman seja considerado um dos maiores super-heróis de todos os tempos. Seu elenco de adversários reúne alguns dos mais emblemáticos nomes de todo o gênero, reunindo uma vasta galeria com os criminosos mais insanos e perigosos do mundo das histórias em quadrinhos. Confira a seguir um pequeno perfil de alguns destes expoentes da malvadeza.

Coringa

Coringa
DC/Divulgação

Primeira aparição: Batman 1, 1940

O pior dentre todos os inimigos do Homem-Morcego já contou diferentes histórias sobre sua origem. Tantas foram que nem ele mesmo sabe diferenciar realidade de ficção. A versão mais aceita até hoje é aquela estabelecida por Alan Moore na clássica "Batman: a piada mortal", que mostra o futuro Coringa como um homem casado e, dentro do possível, até mesmo feliz. Assistente de laboratório da Indústria Química ACE, em Gotham, ele deixa seu emprego no intuito de seguir o sonho de se tornar um grande comediante. Logo no começo, percebe que suas piadas não encontram eco na platéia. Sentindo-se um fracasso e precisando sustentar a esposa grávida, ele acaba se envolvendo com criminosos. A idéia é se passar pelo criminoso Capuz Vermelho e levar dois criminosos mequetrefes pela fábrica química, com o objetivo de assaltar a empresa vizinha, uma fabricante de baralhos. As coisas começam a dar errado quando, no dia planejado para o assalto, sua esposa morre eletrocutada em um acidente doméstico. Sem motivos para seguir seu plano, o futuro Coringa acaba sendo coagido por seus novos sócios a se ater ao combinado. Na hora da ação, no entanto, os planos do bando são frustrados pelos seguranças da empresa e por Batman. Os dois criminosos são baleados enquanto que o homem que se passava pelo Capuz Vermelho acaba entrando em pânico ante a presença do Cavaleiro das Trevas e pula em um tonel de produtos químicos. Sai de lá com a pele branca, os cabelos verdes, lábios vermelhos e completamente enlouquecido. 

Denominando-se "O Príncipe Palhaço do Crime", ele começou a cometer uma série de crimes cruéis, em que qualquer lógica deixava de existir. Ao longo dos anos, Batman sempre conseguiu frustrar seus planos, iniciando um ciclo vicioso que é típico da maioria dos vilões dos quadrinhos: o Coringa cometia um crime, Batman o prendia no Asilo Arkham, ele fugia para aprontar mais uma e ser preso novamente. Isso desenvolveu um grande laço de ódio entre o herói e o criminoso.

A insanidade do Coringa quase levou Batman à loucura em mais de uma vez. Uma delas foi quando o criminoso aleijou a filha adotiva do comissário Gordon, Bárbara Gordon (a Batgirl, que na cadeira de rodas virou a Oráculo), e tentou enlouquecer o policial mostrando-o diversas fotos da tragédia. Outra foi quando espancou e assassinou o segundo Robin, Jason Todd

Pinguim

Primeira aparição: Detective Comics 58, 1941

Oswald Chesterfield Cobblepot teve uma infância miserável. Ainda era jovem quando seu pai faleceu vítima de broncopneumonia. Atribuindo isso ao fato de seu marido ter saído na chuva sem um guarda-chuva, a Sra. Cobblepot passou a insistir que o filho sempre saísse de casa carregando um, independente do clima. Isso, aliado ao excesso de peso do menino fizeram com que ele se tornasse o alvo preferido das gozações de outros garotos, especialmente de um valentão apelidado "Cação", que lhe deu a alcunha pelo qual seria conhecido no futuro: Pingüim. Amargurado, o jovem Oswald passou a treinar boxe, até que certo dia conseguiu se vingar de Cação, espancando-o selvagemente. Em represália, Cação destruiu a loja de aves da Sra. Cobblepot, matando os pássaros que Oswald considerava seus únicos amigos no mundo.

Anos mais tarde, graças à ajuda de uma tia, Oswald ingressou na faculdade, formando-se em ornitologia, a ciência que estuda os pássaros. Apesar da vida razoável que levava, Oswald carregava consigo muita raiva acumulada desde a infância e, quando isso explodiu, passou a usar seus conhecimentos em ornitologia para cometer crimes, adotando o infame apelido que recebera na infância. Para tal, passou a usar os pássaros e uma série de guarda-chuvas adaptados que podem ser convertidos em metralhadoras, lança-chamas, espadas, esconder hélices a motor, lançar gás, ácido e trazer uma série de outros recursos.

Apesar de sua periculosidade, o Pingüim possui uma grande fraqueza: a vaidade. E Batman não só sabe disso quanto usa essa fraqueza para deter o Pingüim sempre que necessário.

O Charada

Primeira aparição: Detective Comics 140, 1948

Edward Nashton, ou Edward Nigma, o Charada é um homem que adora planejar um crime e enviar pistas sobre seus futuros atos em forma de enigmas para a polícia, que, obviamente, as repassa ao Batman. E. Nigma descobriu sua fascinação por quebra-cabeças e charadas ainda na infância, quando trapaceou em um concurso para ganhar um prêmio na escola. Na ocasião, ganharia o prêmio quem montasse um quebra-cabeças mais rapidamente e, na noite anterior à competição, Ed conseguiu fotografá-lo, tornando sua tarefa muito mais fácil. Esse gosto por enigmas e trapaças foi crescendo na medida em que ele amadurecia, de forma que se tornar um trapaceiro profissional foi apenas questão de tempo.

O Charada, ao contrário de alguns dos membros da galeria de vilões do Batman, é um criminoso que usa muito mais o cérebro do que músculos ou armas para cometer seus crimes. Isso faz com que ele seja um dos inimigos menos perigosos do Homem-Morcego.

Sua principal fraqueza é a estranha compulsão que tem de enviar pistas à polícia sobre seus futuros crimes. Aparentemente, Nigma é incapaz de cometer um crime sem que antes o descreva em forma de charada ou quebra-cabeças. Por outro lado, sua criatividade faz com que ele seja capaz de conceber qualquer charada adaptada ao crime que pretende cometer.

O Charada é um dos poucos inimigos de Batman que deduziu sua verdadeira identidade. No entanto, não há nenhuma possibilidade dele deixar a informação "vazar". Como Batman explica, "qual é a graça de uma charada se todo mundo sabe a resposta?", diz, se referindo à obsessão do Charada por enigmas e o maior de todos eles: "Quem é o Batman?".

Duas-Caras

Primeira aparição: Detective Comics 66, 1941

Harvey Dent era um promotor de Gotham City que forjou uma aliança com o então tenente (e mais tarde, capitão e finalmente, comissário) da polícia James Gordon e o Batman para limpar as ruas da cidade. Essa aliança acabou de maneira trágica quando o chefe Moroni, um gângster local, jogou ácido na cara de Harvey durante seu julgamento, deformando metade do rosto do promotor e deixando a outra metade intacta.

A deformação de metade de seu rosto fez aflorar em Dent uma desordem de múltipla personalidade, deixando-o insano. Surgiria então o criminoso conhecido como Duas-Caras. Obcecado com a dualidade e os opostos, uma de suas marcas registradas são crimes envolvendo o número dois. A outra (porque o Duas-Caras teria que ter duas marcas registradas, certo?) é o dólar de prata, com uma das faces riscada, que o Duas-Caras usa para tomar qualquer decisão relativa aos seus crimes. Geralmente antes de cometer um crime ele joga a moeda pra cima: se cair a face intacta, ele desiste; se cair a riscada ele segue em frente.

Ao longo dos anos, Harvey tentou reparar o lado deformado de seu rosto com cirurgias plásticas. Infelizmente, isso não bastou para curá-lo e, assim sendo, o próprio Dent acabou deformando seu rosto novamente e voltando ao crime.

 

Mulher-Gato

Primeira aparição: Batman 1, 1940 (The Cat), Batman 2, 1940 (Catwoman)

Depois do suicídio de sua mãe e do falecimento de seu pai, a jovem Selina Kyle vagou pelas ruas de Gotham por uma semana, até ser presa e mandada para o orfanato Seagate. Independente demais para aceitar as regras do lugar, Selina foi por várias vezes punida pela diretora e suas subordinadas. Ao conseguir secretamente um código que desativava os alarmes do local, ela passou a visitar os telhados do orfanato todas as noites.

Certa vez, depois de ser mandada para a solitária, Selina descobriu que a diretora do Seagate desviava parte dos recursos destinados à instituição (uma fundação filantrópica) para seu próprio bolso. Selina decidiu então usar essa informação para chantagear a mulher e acabou enfiada dentro de um saco e jogada de um precipício em um rio, para que morresse afogada - o mesmo método que certas pessoas utilizam para se livrar de felinos indesejados, diga-se de passagem. Para sua sorte, a futura Mulher-Gato conseguiu sobreviver e, de volta ao Seagate, obrigou a diretora do lugar a apagar todos os dados relativos a Selina Kyle presentes no computador da instituição.

Livre, passou a roubar para sobreviver. Mais tarde, se tornou uma prostituta na zona boêmia de Gotham City. Nessa época, Batman começou a fazer suas primeiras aparições na cidade e seus atos inspiraram Selina. Ela confeccionou um uniforme e valendo-se das habilidades adquiridas em seus anos de vida bandida, se tornou uma ladra profissional. Surgia assim a Mulher-Gato.

Apesar de ter sido introduzida originalmente para ser mais um dos vilões combatidos pelo Homem-Morcego, seu status como vilã é um tanto ambíguo. Selina segue seu próprio código moral (ela nunca mata) e ocasionalmente se une ao Batman para combater uma ameaça em comum. Ou para pedir ajuda. Isso forjou um estranho laço de amor/ódio entre ambos.

O Espantalho

Primeira aparição: World´s Finest Comics 3, 1941

Dr. Jonathan Crane era um professor de Psicologia na Universidade de Gotham, cuja especialidade era a psicologia do medo. Quando jovem, el era atormentado pelos valentões da escola e da faculdade, devido ao seu jeitão "nerd" e sua figura mirrada. Ele se tornou o Espantalho para se vingar daqueles que o atormentavam. Em uma discussão na Universidade, quando já era professor, Jonathan disparou um tiro contra um vaso de flores, no intuito de se fazer ouvido pelo corpo docente da Instituição, que queria cortar as verbas de suas pesquisas. O incidente fez com que ele fosse demitido. Assumindo novamente a identidade do Espantalho e munido de um gás que provoca um sentimento de medo mortal em quem o inala, Jonathan assassinou todos aqueles que considerava responsáveis pela sua demissão.

Depois disso, assumiu de vez a vida de crimes, usando-se de uma variedade de gases do medo e valendo-se de todo o seu conhecimento da psicologia do medo como arma.

Senhor Frio

Primeira aparição: Batman 121, 1959

Senhor Frio apareceu na década de 60 como uma espécie de vilão "cômico" do gibi do Batman, fazendo parte da mesma categoria de criminosos ao qual pertenciam o Mariposa Assassina e o Chapeleiro Louco.

Nos anos 90, no entanto, os produtores do desenho animado do Batman viram um grande potencial desperdiçado no vilão e decidiram investir nele, estabelecendo, inclusive, sua origem, que passou a valer não só para a telinha, quanto para os gibis. Dessa forma, descobrimos que Victor Fries era fascinado por experimentos que envolviam baixas temperaturas desde criança, quando congelava animais. Devido ao seu desvio comportamental, foi enviado para uma escola de normas rígidas, que lhe daria mais disciplina. Lá conheceu Nora, sua futura esposa.

Infelizmente, Nora contraiu uma doença fatal. Para conseguir o dinheiro necessário para ajudar a esposa, Victor arrumou um emprego em uma grande empresa, trabalhando com criogenia. Nesse ínterim, ele descobriu uma maneira de congelar Nora, de forma a impedir o avanço da doença, preservando sua vida até que uma cura fosse encontrada. Quando seu patrão, Ferris Boyle, descobriu o que Victor estava fazendo, decidiu parar o experimento e descongelar Nora. No conflito que se seguiu entre ambos, Victor foi atirado em uma mesa cheia de produtos químicos. A reação deles com Victor teve um efeito inesperado, fazendo com que sua temperatura corporal caísse tanto que ele só poderia sobreviver em temperaturas abaixo de zero. Como resultado, Victor teve que desenvolver um traje refrigerado que mantivesse sua temperatura corporal nesses níveis. Surgia assim o Sr. Frio.

Os crimes deste malfeitor geralmente envolvem o congelamento indiscriminado de tudo e todos que cruzarem seu caminho. Da galeria de vilões do Batman, ele é um dos poucos que praticamente nunca se envolve com outros criminosos, preferindo agir sozinho.

Hera Venenosa

Primeira aparição: Batman 181, 1966

Dra. Pamela Lillian Isley era uma botânica de Seattle, na verdade, uma das mais respeitadas cientistas em seu campo de atuação. Isso até que Jason Woodrue (também conhecido como Homem Florônico) conduzisse alguns experimentos em Pamela. Ao injetar toxinas em sua corrente sangüínea ela se tornou imune a todas as espécies de venenos, viroses, bactérias e fungos. Como "bônus", Pamela ainda ganhou um toque mortal. Basta um beijo seu e qualquer pessoa fica sob seu comando. Um pouco mais de contato e a pessoa cai dura a seus pés. Desnecessário dizer que isso fez com que a pobre doutora ficasse pinel e, como todo doidão do Universo DC que se preze, migrasse para Gotham City.

Uma mulher muito atraente, Pamela seduz tanto homens quanto mulheres pelas toxinas retiradas das plantas que tanto conhece. Ela se especializou em híbridos e é capaz de criar as mais poderosas toxinas conhecidas.

Uma inimiga perigosa, a motivação para seus crimes geralmente envolve seu desgosto com a forma como o ser humano trata o meio-ambiente, especialmente a flora do planeta.

 

Ras Al Ghul

Primeira aparição: Batman 232, 1971

A "Cabeça do Demônio" já tinha séculos de idade quando travou seu primeiro embate com o Batman. Devido ao Poço de Lázaro - uma espécie de "fonte da juventude", capaz de curar qualquer ferimento ou doença e devolver a juventude a quem nela entra -, Ras Al Ghul sobreviveu por séculos acumulando riqueza, conhecimento e poder. Ele rivaliza as capacidades do Cavaleiro das Trevas tanto em combate corpo-a-corpo, quanto em esgrima e capacidade dedutiva. Isso, somando-se ao fato dele comandar uma verdadeira legião de seguidores conhecida como "a Liga dos Assassinos", que emprega alguns dos matadores mais infalíveis do planeta, aumenta ainda mais sua periculosidade.

Ao contrário dos demais inimigos do Batman, o objetivo primordial de Ras não é o poder e a riqueza. Isso ele já tem de sobra. O que Ras quer é fazer uma limpeza no mundo, exterminando boa parte dos homens e mulheres do planeta, de forma que a população humana chegue a números menos absurdos e, com isso, a degradação do meio ambiente e dos recursos naturais sofra uma desaceleração. Ras tem os meios para conseguir isso e geralmente o tenta por meio de ameaças biológicas e disseminação de pragas criadas em laboratório. Seus planos, no entanto, sempre são frustrados pelo Batman.

Como foi dito acima, suas capacidades intelectuais rivalizam com as do Cavaleiro das Trevas, a quem Ras geralmente se refere como "O Detetive". Prova disso é que Ras é um dos poucos que chegou à conclusão de que Batman e Bruce Wayne são a mesma pessoa. No primeiro encontro entre os dois, Ras apareceu de surpresa na Batcaverna, aparentemente pedindo a ajuda do herói para resgatar sua filha Tália e o primeiro Robin, Dick Grayson. O suposto seqüestro de ambos era, no entanto, um ardil de Ras para testar Batman, a quem ele considera como a única pessoa digna de sucedê-lo em sua luta pelo controle populacional. Não que Wayne esteja interessado...

 

Bane

Primeira aparição: Batman: Vengeance of Bane 1, 1993

Dotado de uma força quase sobre-humana, aumentada pela droga "Veneno" e uma grande inteligência (ele deduziu a identidade do Cavaleiro das Trevas o que, francamente, não parece ser algo assim tão difícil, visto o número de pessoas que o fizeram), Bane nasceu condenado à prisão perpétua, condenado pelos crimes cometidos por seu pai. O único lugar que ele conhece é o interior de Pena Duro, um presídio localizado na ilha de Santa Prisca. Enquanto esteve preso, ele chegou a passar 10 anos na solitária e, ao sair de lá (mais ou menos) são se tornou uma lenda local. Determinado, passou a se exercitar e ler o máximo que podia, se valendo de todos os recursos que a prisão poderia lhe oferecer. Quando um cientista da prisão selecionava condenados para um experimento usando a droga experimental "Veneno", Bane foi um dos voluntários. Com sua já considerável força aumentada, apesar da grande dependência causada pela droga, Bane bolou um plano de fuga, no qual obteve total sucesso. Já fora da prisão, passou a perseguir sua obsessão: destruir o Batman.

Enquanto estava na prisão, os sonhos de Bane eram atormentados pela figura de um morcego demoníaco. Com o passar dos anos e ao ler sobre o guardião de Gotham, Bane se convenceu de que o Batman era a personificação do morcego demoníaco que atormentava seus sonhos. Isso me faz quase retirar o que disse acima sobre ele ser dotado de grande inteligência...

De qualquer forma, Bane passou um tempo estudando Batman antes de começar seu plano. Em uma boa iniciativa, ele destruiu os muros do Asilo Arkham, liberando os detentos nas ruas de Gotham. Por três meses Batman trabalhou sem descanso para recapturar todos os ex-detentos do Asilo. Quando alcançou o máximo de sua exaustão, acabou encontrando Bane esperando por ele na Mansão Wayne. Sem estar no melhor de sua forma, Batman foi derrotado pelo vilão, que quebrou a coluna do herói.

Provando que suas motivações iam além de destruir Batman, Bane estabeleceu-se como o chefão do crime em Gotham, enquanto que Wayne passava o manto do morcego para Jean-Paul Valley, o Azrael. O novo Batman defrontou-se e derrotou Bane sumariamente. Eventualmente, Wayne se recuperou e reassumiu seu papel de guardião de Batman. E Bane continua por aí, reaparecendo de vez em quando.

Tudo isso foi visto na grande saga "A queda do morcego".

Zsasz

Primeira aparição: Shadow of the Bat 1, 1992

O Zsasz é um assassino serial e um personagem de quinta categoria, que tem o estranho fetiche de contar seu número de vítimas fazendo talhos em sua pele. Cada cicatriz representa uma das pessoas que matou. Ele na verdade nem deveria estar nesta lista, pois nunca passou de um coadjuvante, mas como aparece em Batman Begins - em um papel sem importância, claro - fica aqui registrada qual é a sua maluquice, digo, modus operandi.

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