Arte do Banca de HQs

Créditos da imagem: Omelete/Reprodução

HQ/Livros

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Confira os artistas que enviaram obras para o Banca de HQs desta quarta (10)

Quadrinistas e ilustradores nacionais compartilharam trabalhos na live desta semana

Banca de HQs
10.02.2021
23h09
Atualizada em
10.02.2021
23h34
Atualizada em 10.02.2021 às 23h34

Live apresentada toda quarta-feira por Gabriel AvilaLoad Comics e Nicolaos Garófalo na Twitch do Omelete, o Banca de HQs abre, semanalmente, um espaço para que quadrinistas e ilustradores nacionais – com projetos publicados ou não – possam exibir seus trabalhos.

Na lista abaixo, você confere os artistas e obras que foram mostrados na edição desta semana:

Jogo de Sombras, de Isabor Quintiere e Gabriela Güllich

Sinopse: Ambientada nos anos 90 em mais uma noite de apagão no brejo, a história acompanha a menina Cícera, que sugere ao irmão mais novo e à avó usar uma vela para um jogo de sombras, buscando distração do escuro. Entre vultos e contornos na parede de taipa, a família descobrirá que nem toda sombra é projeção. A HQ desloca o terror dos grandes centros urbanos para a claustrofobia de uma casa pequena do interior, e é feita inteiramente em preto e branco, simulando as luzes e sombras da brincadeira.

Luiz Antonio Passos, ilustrador de Goiânia-GO

Positivossauro, de Ana Laura Pinheiro

Sinopse: Protagonizado pelo Benjamin, o Positivossauro é um projeto de dinossauros terapêuticos, que, desde 2016, é publicado no Instagram @positivossauro. O objetivo é espalhar conselhos, reflexões e algumas besteirinhas por meio de tiras e desenhos. Ele é escrito e ilustrado pela Ana Pinheiro, quadrinista de 21 anos.

 

Doidera do Caralho, de Matias Turkee

Sinopse: Doidera é o nome dela. Já era um espírito ruim ainda em vida, sendo uma punk-rockeira que hoje jaz no inferno e condena o Diabo à sua presença. Surpreendida pela visita de Jesus, que busca companhia para voltar à Terra e acabar com uma pandemiazinha aí que o impede de frequentar mosh pits. Mas é claro que seria muito melhor se eles tivessem alguma ideia do que estão fazendo. Uma aventura repleta de palavrões, imprecisões científicas, ironias sociais foda e um pouquinho de punk-rock formam essa Doidera do Caralho!

 

Aranha Júlia, de Savron

Genus, de Gabriel Araujo e Gabriel Regis

Sinopse: Tudo o que o jovem Tom quer, é uma oportunidade de mostrar seu valor. Na escola, ele é o garoto tímido de poucos amigos. Em casa, vive com a mãe que está grávida e o relacionamento dos dois não é dos melhores. No meio de tanta turbulência, o jovem encontra um estranho cristal que lhe dá poderes. Seria essa a chance dele se tornar um herói ou só complicar ainda mais sua vida

 

Ponto Amarelo, de Ícaro Duarte

Sinopse: Quando o cansaço do dia a dia e sonhos estranhos começam a perturbar o protagonista, ele se vê no dever de confrontar seus fantasmas do passado.

17 anos e uma 38, de Carlos Ricci, Pedro Cupert e André Silva

Sinopse: Kléber, um jovem de 17 anos, acaba de se tornar pai e faz bicos para sustentar sua família. Ao começar um bico como Homem-Aranha na Carreta Alegre-O-Dia, Kléber descobre que seu chefe, Zé Mania, é um caloteiro que está lhe passando a perna. Desesperado e precisando do dinheiro, Kléber decide cobrar Zé Mania com uma 38. 

Paralelo, de Rodrigo Catraca e PH Gomes

Sinopse: Um estranho fenômeno abate o bairro do Pinheiro, na capital alagoana. Estranhas rachaduras rasgam ruas e construções ao redor da região. Um estado de alerta é criado e as pessoas começam a deixar o bairro antes que suas casas sejam engolidas pelas crateras que estão se abrindo. Assim, o Pinheiro começa a se tornar um bairro fantasma. Enquanto isso, Teresa recebe a notícia que seu pai está desaparecido, o último lugar em que ele foi visto foi uma rua abandonada no bairro do Pinheiro. Para encontrar seu pai, Teresa deverá confiar em um velho misterioso e seguir por um caminho macabro e cheio de mistérios.

Jungle Comix, do Estúdio C-4

Sinopse: A Jungle Comix é o trabalho de estreia do estúdio C-4, atuante no cenário manauara desde 2018, quando uma revista teaser foi lançada no Festival Internacional de Quadrinhos em Belo Horizonte - MG. A proposta da revista é apresentar histórias de ficção científica que se passam na Amazônia ou que envolvem o contexto amazônico de alguma forma, explorando o rio-mar de possibilidades que este rico cenário proporciona para a nona arte.

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