Plano realista, cachorro atrapalhado: Doc revela segredos de La Casa de Papel

Créditos da imagem: Divulgação/Netflix

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Plano realista, cachorro atrapalhado: Doc revela segredos de La Casa de Papel

Novo episódio do documentário La Casa de Papel: De Tóquio a Berlim mostra bastidores dos últimos episódios

Beatriz Amendola
05.12.2021
07h00
Atualizada em
05.12.2021
11h54
Atualizada em 05.12.2021 às 11h54

O segundo volume da quinta temporada de La Casa de Papel chegou à Netflix na última sexta-feira (3), dando fim a esse verdadeiro fenômeno da plataforma de streaming. E para quem já está se sentindo órfão da série, foi divulgado um novo episódio do documentário La Casa de Papel: De Tóquio a Berlim, que apresenta muitos segredos dos bastidores da série. 

Nós já conferimos, e adiantamos alguns dos detalhes mais interessantes por trás das câmeras de La Casa de Papel. Vem com a gente (mas atenção, há SPOILERS adiante).

 

 

Plano realista

Divulgação/Netflix

Você pode até achar que o plano do bando para tirar o ouro do Banco da Espanha por meio do encanamento é algo completamente surreal… mas não é bem assim. A equipe da série consultou um doutor em engenharia naval, Luiz Ramón Núñez, que ajudou a calcular a viabilidade do plano usando conceitos de mecânica dos fluidos. 

Calculamos, e o melhor tempo que podíamos fazer [para tirar o ouro] era uma hora e meia. É tudo muito bem pensado porque é real, pode ser feito”, diz Núñez. Até as tubulações citadas na série existem mesmo na vida real. 

 

Plataforma noruguesa? Na verdade, não

Divulgação

Na série, Berlim (Pedro Alonso) e companhia têm de ir até a uma plataforma de petróleo na Noruega, enfrentando um frio intenso. Mas o cenário que serviu de base para ela não podia ser mais diferente: uma plataforma nas Ilhas Canárias, um arquipélago espanhol. E no dia das filmagens, não fazia nem um pouco de frio: estava ensolarado, com uma temperatura de 33 graus. Os atores suaram bastante debaixo dos casacos pesados do figurino -- e a cena teve de ser modificada digitalmente para ganhar um aspecto mais gélido.

 

A "volta" de Tóquio

Divulgação

Como sabemos, Tóquio morreu no final do primeiro volume da Parte 5. Mas ela volta no Vol. 2 -- em um flashback, claro. Em uma cena do documentário, a atriz Úrsula Corberó aparece conversando com os roteiristas sobre como gostaria que sua personagem voltasse. “Gostaria que envolvesse muita dança”, diz ela. Os roteiristas, então, a encaixam na “noite do peixe”: um momento antes do assalto, em que o grupo está reunido e o Professor se solta. Ao fim, ele e Tóquio têm um diálogo emocionante.  “É muito bonito, eles se complementam”, afirma Úrsula.

 

Cachorro atrapalhado

Reprodução/Instagram

O lindo (e fofo!) Dogue Alemão de Tatiana (Diana Gómez) não era exatamente um companheiro de cena fácil. “É complicado porque ele é muito pesado”, diz a atriz. O cãozinho chegou até a pular em Diana durante uma cena em que ela tinha de beijar Pedro Alonso. 

 

Aquele final

Divulgação/Netflix

[Quem avisa, amigo é: há spoilers do final aqui] 

Não foi fácil chegar ao final da série. O criador Alex Pina revelou que ele e os roteiristas da série chegaram até a reta final das gravações sem uma conclusãol. “Então percebemos que o ouro viking era a chave de tudo e percebemos que o Professor tinha mais um ás na manga. Eles saem escoltados e felizes, com suas vidas resolvidas”, conta. 

Nos deixaria tristes dizer que a realidade prevaleceu e que mataram todos os ladrões, e que o sonho deles era impossível. Há algo no espírito de tudo o que fizemos e da série que tem que ser cheio de esperança”, explica o diretor Jesús Colmenar

Pina, então, afirma que final feliz foi o “mais inteligente” a se fazer: “Isso tornou o Professor e sua gangue ainda mais grandiosos e épicos”.

 

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