Cenas de Fantasia, A Noviça Rebelde e A Bela e a Fera

Créditos da imagem: Disney/Divulgação

Filmes

Lista

Da 1ª aparição do Mickey a blockbusters: 10 clássicos para assistir na Disney+

Plataforma de streaming chega ao Brasil em 17 de novembro

Nicolaos Garófalo
14.11.2020
16h22
Atualizada em
14.11.2020
16h40
Atualizada em 14.11.2020 às 16h40

Pouco mais de um ano depois da estreia da Disney+ na América do Norte, a plataforma enfim chegará ao Brasil nesta terça-feira (17), com um catálogo que abrange toda a história da Disney e uma boa parte dos filmes produzidos por estúdios que a empresa adquiriu ao longo dos anos.

Da primeira aparição de Mickey Mouse ao filme que abriu as portas para os blockbusters de super-herói no século XXI, confira dez clássicos que estarão disponíveis na Disney+:

O Vapor Willie

Lançado em 1928, O Vapor Willie traz diversas marcas históricas para a Disney. Além de contar com a primeira aparição de Mickey Mouse e Minnie, o curta, dirigido por Walt Disney, foi a primeira animação produzida pelo estúdio a ser produzida com som e imagem sincronizados. Clássico vilão das histórias do mascote do estúdio, João Bafo de Onça também foi apresentado no curta.

A Branca de Neve e Os Sete Anões

Primeiro longa animado do estúdio, Branca de Neve e Os Sete Anões impressionou por causa de seu método único de animação. Baseando-se em movimentos reais de modelos, os animadores transmitiram uma fluidez até então única à animação do filme de 1937. Até hoje, Branca de Neve é reconhecido como uma das animações mais importantes da histórias

Fantasia

Mais uma animação revolucionária da Disney na metade do século XX, Fantasia inovou pela maneira como sincronizou cada movimento de seus personagens à trilha sonora composta por Leopold Stokowski. Dividida em oito segmentos, o longa serviu também como veículo de retorno para Mickey, que aos poucos ia perdendo espaço para outros personagens animados do estúdio.

Mary Poppins

Anos antes de Uma Cilada Para Roger Rabbit, Mary Poppins uniu live-action e animação na histórica adaptação do livro de P.L. Travers. Embora a autora tenha discordado de várias decisões do estúdio, o longa de 1964 estrelado por Julie Andrews e Dick Van Dycke proporcionou uma variedade de momentos icônicos, reverenciados até hoje por fãs de Hollywood.

A Noviça Rebelde

Vencedor de cinco estatuetas do Oscar, A Noviça Rebelde fez história ao bater a arrecadação de E o Vento Levou..., se tornando em 1965 a maior bilheteria da história, com US$ 286 milhões. O musical foi também o primeiro filme norte-americano a ter tanto diálogos quanto canções dubladas para línguas estrangeiras ao estrear em outros países, o que ajudou em seu estrondoso sucesso.

Star Wars – Uma Nova Esperança

Lançado em 1977 apenas como Star Wars, a ficção científica de George Lucas mudou o rumo do gênero nos cinemas. Inspirado em elementos de Flash Gordon, Duna e A Fortaleza Escondida, o filme se tornou um sucesso repentino ao redor do mundo, com a franquia se expandindo por diferentes mídias ao longo dos anos. 35 anos após o lançamento original, aliás, a Disney comprou a Lucasfilm, produtora de Lucas, por US$ 4 bilhões e desde então deu continuidade à saga com novos filmes e séries.

A Bela e a Fera

Depois de alguns anos longe dos holofotes da animação, a Disney começou sua chamada renascença com A Pequena Sereia, de 1989, mas foi com A Bela e a Fera, de 1991, que o estúdio voltou de vez ao seu lugar como principal referência como um estúdio de animação. Com uma protagonista que ia além da tradicional donzela em perigo e personagens mais aprofundados que contos de fada tradicionais, o longa se tornou a primeira animação a ser indicada ao Oscar de Melhor Filme.

Toy Story

Primeiro filme completamente animado em computação gráfica, Toy Story também marca a chegada da Pixar como um dos principais estúdios de animação da indústria. O sucesso do primeiro filme foi tão grande, que o título ganhou sequências, derivados televisivos e, obviamente, inúmeros brinquedos licenciados.

X-Men

Embora para alguns céticos possa parecer exagero chamar X-Men de clássico, seu impacto e influência no cinema apenas confirma este status. O filme 2000 chegou sem muita pompa, mas surpreendeu ao levar uma das propriedades intelectuais mais populares dos quadrinhos para as telonas de forma competente e relativamente séria, abrindo caminho para produções como Homem-Aranha de Sam Raimi, a trilogia O Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan e a bilionária franquia do MCU.

Frozen

Assim como X-Men, Frozen merece reconhecimento pelo impacto que teve mundialmente quando estreou nos cinemas em 2013. Além de uma animação belíssima que consagrou de vez a Disney como um estúdio capaz de produzir grandes longas em computação gráfica, o filme fugiu de clichês ao trazer uma história que não se apoiou no amor romântico para desenvolver suas personagens femininas. A icônica trilha sonora também ficará marcada na história do cinema.

Ao continuar navegando, declaro que estou ciente e concordo com a Política de Privacidade bem como manifesto o consentimento quanto ao fornecimento e tratamento dos dados para as finalidades ali constantes.