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Créditos da imagem: Divulgação/Warner Bros

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Liga da Justiça | Warner vai investigar supostos abusos de poder nos bastidores

Após as denúncias de Ray Fisher, gigante do cinema achou melhor investigar os abusos de poder que teriam acontecido

Fábio Garcia
20.08.2020
18h36
Atualizada em
20.08.2020
18h51
Atualizada em 20.08.2020 às 18h51

O ator do Ciborgue na Liga da Justiça, Ray Fisher, comentou várias vezes sobre o mau comportamento de Joss Whedon e outros membros da produção durante as regravações do filme, e se esforçou para ir atrás de pessoas que o ajudassem na causa. Tanto barulho deu certo, porque a Warner decidiu olhar isso com mais atenção.

Ray Fisher usou suas redes sociais para expor os movimentos da Warner a respeito do caso dos bastidores de Liga da Justiça. "Após 5 semanas de entrevistas com pessoas do elenco e produção, a Warner oficialmente abriu uma investigação independente para averiguar o trabalho abusivo e tóxico durante as regravações de Liga da Justiça. Isso é um avanço ENORME", comentou o ator do Ciborgue.

O ator acredita que as investigações mostrarão que Geoff Johns, Joss Whedon, Jon Berg e outros usaram abuso de poder enquanto não se sabia se ia realmente acontecer a fusão entre a AT&T e a Time Warner. Por fim, ele agradeceu as duas empresas pelo esforço.

O caso tornou-se público quando Ray compartilhou em julho como Joss Whedon tratava mal todo mundo do elenco e produção da Liga da Justiça. "Nojento, abusivo, não-profissional e inaceitável", denunciou. Mais tarde, o diretor Kevin Smith afirmou ter ouvido relatos que dão força ao argumento de Fisher. Depois, as dublês de Buffy, A Caça-Vampiros - série criada por Whedon - acusaram o criador de ser egomaníaco.

Joss Whedon entrou na produção de Liga da Justiça quando Zack Snyder precisou se afastar do longa por motivos familiares, então o diretor realizou uma série de refilmagens para fazer ajustes no filme.