A Holga de Jack

A Diana de Meg

Veja as máquinas fotográficas russas inspiradas no White Stripes

Meg e Jack White emprestam branco, vermelho e preto ao design das LOMO

Fã de lomografia ou não, é impossível não se apaixonar pelas câmeras inspiradas na dupla Meg e Jack White do White Stripes.

Em edição limitada com apenas 6 mil unidades, as câmeras saem por 180 dólares e foram projetadas por Rob Jones, antigo colaborador da dupla, que manteve as cores do White Stripes (branco, vermelho e preto) no design das máquinas.

A de Jack, uma Holga, vem com uma lente olho-de-peixe, um kit com três filtros para lentes e um filtro especial inspirado nas famosas balinhas Peppermint. A de Meg, uma Diana, vem com um ringflash (um flash com a lâmpada em forma de anel) e um filtro para filme, talmbém inspirado nas Peppermints. Veja as belezinhas ao lado.

A cultuada "lomo" foi encomendada pelo general Igor Petrowitsch Kornitzky, da União Soviética, à empresa LOMO em 1982, com a intenção de usar as máquinas na divulgação do estilo de vida soviético. Por sua praticidade, preço baixo, resistência e por ser extremamente fácil de usar, qualquer família da União Soviética podia fazer registros de seu cotidiano e colaborar na divulgação do comunismo.

A deliciosa proposta das fotografias lomo é registrar cenas ao acaso, de maneira imprevisível, num ímpeto, nada de poses e muitas produções. A mania começou a tomar forma em 1991 em Praga, quando dois austríacos se apaixonaram pela câmera. Daí pra frente, cheia de regras próprias, a lomografia se espalhou pelo mundo e alguns de seus praticantes são os músicos Brian Eno, Laurie Anderson, David Byrne, Moby, o duo eletrônico Underworld e o ator e diretor Robert Redford.

 
 


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