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Roteirista de Piratas do Caribe e G.I. Joe escreve adaptação de Halo ao cinema

Stuart Beattie cria script por conta própria e também entra na torcida pela volta do projeto

MH
02.04.2008, às 00H00.
Atualizada em 27.05.2017, ÀS 22H04

A adaptação para o cinema do game Halo minguou em setembro de 2006 depois de ter sido abandonada pela 20th Century Fox e pela Universal Pictures, que não queriam arcar com os custos e com os riscos do projeto. Isso não impediu o roteirista Stuart Beattie (Piratas do Caribe, 30 Dias de Noite) de escrever por conta própria um novo roteiro para a adaptação.

Segundo o site LatinoReview, Beattie pegou o romance best-seller Halo: Fall of Reach, do escritor Eric Nylund, inspirado no universo do game, e transformou em script. Em inglês costuma se dizer que ele escreveu um "spec screenplay", porque é um roteiro especulativo, pelo qual não recebeu nenhum centavo e agora será oferecido aos estúdios.

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Beattie, fã da série de jogos da Bungie e da Microsoft, está num ponto da sua carreira em que não precisa mais fazer "specs". Hoje ele é pago de antemão para escrever scripts - sejam eles rodados de fato ou não - dos mais diversos. Entre eles, Beattie foi comissionado para adaptar para as telas jogos como Spy Hunter, Splinter Cell e Gears of War. É dele também a primeira versão do roteiro de G.I. Joe.

Halo: Fall of Reach é uma história de origem e conta como John foi sequestrado pela UNSC aos seis anos de idade e brutalmente treinado para se tornar o combatente de elite conhecido no game como Master Chief 117. O primeiro contato com a raça alienígena Covenant faz parte da história, que deixaria o cenário pronto para duas continuações, segundo o LatinoReview. São elas Halo: Rise of the Flood e Halo: Battle for Earth.

Evidentemente, o bom nome do roteirista não acaba com o problema maior de Halo: a Microsoft havia pedido uma fatia grande demais dos lucros do filme e por isso os estúdios abortaram o projeto. O lado financeiro continua sendo o nó principal. Ao LatinoReview Beattie defende que, por mostrar o Covenant apenas na segunda metade do primeiro filme, o orçamento com efeitos visuais cairia drasticamente.

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